Por um evangelho sem pátria
De: Arthur López
Um duvidante
artlopez@ig.com.br
Em: 15/04
Apesar de duvidante, aponto com certeza a alternativa três como a mais coerente. O livro é em todos os pontos questionável, título, proposta, conteúdo ... Mas a questão proposta não podia ser mais importante. Podemos questionar o conceito de pátria num mundo globalizado, por enquanto economicamente. Que tal de forma mais ampla, mais espírita? Só aí o livro já está desqualificado. E como vamos sair de índices vergonhosos do IDH? Convertendo todos ao Espiritismo ou fazendo reforma íntima em todos os cidadãos? Alguns sonham com isso no terceito milênio, que são, na melhor das hipóteses, apenas dez encarnações. Será que dá tempo? Ao meu ver, a mudança não passa pelos centros espíritas e sim pelos espíritas atuando de fato na sociedade, sendo radicalmente contra a corrupção, roubos, jeitinhos etc; não esperando que ONGs amenizem o problema do grande câncer da sociedade que é a desigualdade social e sim criando ONGs com a proposta de resolver esse problema. Desculpem o desabafo, mas esse tipo de livro de anjinho inerte me enfurece.
Paz a todos!
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